“Tarde te amei, ó Beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei!” — Santo Agostinho

Ontem, a Igreja nos recordou Santa Mônica, mãe que fez da oração perseverante a expressão mais profunda de seu amor.

Hoje, celebramos Santo Agostinho, seu filho. O homem inquieto que buscou respostas por tantos caminhos até descobrir que Deus sempre estivera perto — habitando o mais profundo de seu coração.

A história dos dois nos fala de espera, conversão e esperança.

Santa Mônica nos ensina que há momentos em que amar também significa confiar, esperar e rezar. Durante anos, ela pediu pela conversão do filho sem saber quando — ou como — sua oração seria atendida.

E Agostinho nos lembra que nunca é tarde para encontrar Deus. Nunca é tarde para voltar. Nunca é tarde para perceber que aquilo que procurávamos tão longe talvez estivesse, desde sempre, tão perto.

“Tarde te amei…”

Talvez essa seja também a oração de muitos de nós.
Depois de tantas buscas, inquietações e caminhos, reconhecer finalmente a presença de Deus que nunca deixou de nos procurar.

Que Santa Mônica nos ensine a perseverança de quem ama e confia.
E que Santo Agostinho nos ajude a compreender que o nosso coração só encontra verdadeiro repouso quando encontra Deus.

Santa Mônica e Santo Agostinho, rogai por nós. 🙏❤️

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